segunda-feira, 22 de abril de 2019

A ponte que quase saiu do papel.

A Ponte de Militina teve direito até a fogos de artifícios (uma das coisas que os políticos mais sabem fazer, soltar fogos nos dias de assinatura de ordem de serviços e entrega de algo) para marca o dia da assinatura da ordem de serviço da construção da ponte.

A Ponte de Militina tem aproximadamente 70 metros de largura e 120 de extensão. Podemos dizer que através de uma parceria público privada (um dos meios mais eficientes para que algumas obras pudessem sair do papel). A Prefeitura da Vitória estimativa do valor da obra era de R$ 3.691.191,16 e o prazo de 6 meses para a entrega da ponte (com direitos a mais fogos).

A empresa Raça Distribuição e Logística de Pernambuco, teria repassado o valor de R$ 1.403.033,24 (conforme a Lei Municipal nº 4.107, publicada no dia 30 de dezembro de 2015.). Em contra a partida, a Raça Distribuidora, seria contemplada com a área da antiga Sulanca (localizada na BR232, por trás do Ministério Público de Pernambuco), uma área com quase 11 mil m².

Na época, foi alegado que a construção. Da Ponte iria ajudar a desafogar o trânsito da nossa cidade, pois ela (a ponte) ligaria os bairros de Barra de Santana, Água Branca, Lot. Major Expedito (Caic), Lot. Veneza, Matadouro e Cajá ao bairro de Iraque 2 e até mesmo ligando a Av. Henrique de Holanda.

Mais uma vez estamos assistindo um descaso com o dinheiro público, a obra esta parada há anos e acabou no esquecimento e quem sofre com isso é a população daquela localidade.

Separamos alguns link dos vídeos (YouTube) sobre a ponte.
Assinatura da ordem de serviço;
Fundação da estrutura da ponte;
A situação da obra (esse foi a última movimentação na construção);

As duas fotos foram tiradas recentemente, mostra o estado da obra e a outra mostrar a realidade dos moradores ao atravessar o rio itapacurá.




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