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| Funcionários da Prefeitura no primeiro dia de ação. |
O decreto começa assim: Declara situação anormal, caracterizada como "Estado de Calamidade Pública", no âmbito do Município da Vitória de Santo Antão, em virtude da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus.
Até aí entendemos a “preocupação” por parte do governo municipal, ai surge mais uma dúvida: qual o plano emergencial para coibir a propagação do vírus? Quais as medidas de seguranças adotadas pelo município (até o momento foi vistos vários decretos, “barreiras sanitarias" (os funcionários da saúde e Agetran, ficam debaixo de uma tenda e pronto), carro de som, entrega de panfletos (estamos vivendo em meio a uma sociedade preguiçosa, só sentido a leitura), em algumas feiras livres foi feita uma ação e pronto.
Após ser votado na Assembleia Legislativa de Pernambuco o pedido de calamidade pública, caiu de paraquedas na conta da Prefeitura da Vitória o valor de R$1.577.432,37 (um milhão, quinhentos e setenta e sete mil, quatro ventos trinta e dois reais e trinta e sete centavos). Agora faço as seguintes perguntas ao poder público e aos vereadores (que deveriam está cobrando publicamente ações efetivas da Prefeitura):
1- Quais os resultados alcançados com as barreiras sanitárias?
2- Qual o plano emergencial da PMVSA e SMS para evitar a aglomerações de pessoas nas filas dos bancos, lotéricas, lojas e nas ruas?
3- Aonde será injetado os recursos oriundo do Governo Federal para oo enfrentamento do COVID-19 em nosso município?
4- Foi sugerido (Dep. Henrique Filho) a reabertura do Hospital Geral, que “iria/será” usado como hospital de campanha, qual o motivo do não atendimento do pedido?
5- Como dizem aos quatros cantos que a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) já está pronta, porque não entrega a população já que não temos estrutura suficiente, UTI (Unidade Tratamento Intensivo) na Cidade?
6- Alguns empresários colocaram-se a disposição em ceder prédios para ser montado hospitais de campanha e a disponibilidade de profissionais para trabalhar durante essa pandemia, quais os motivos o poder público não chamou essas pessoas (conversar) para contribuir direta ou indiretamente na solução dos problemas?
7- Qual o problema em entender que se não for tomado uma decisão imediata e enérgica, a situação vai fugir do controle?
Já ia esquecendo, o problema dos políticos é que nunca desarma os palanques.

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